MIRADOURO DA PONTE ROMANA
30 minutos
A imagem que o espectador contempla a partir deste ponto representa o perfil mais característico da cidade de Salamanca. Ao longo dos séculos, tem sido a panorâmica mais reproduzida e fotografada. Em primeiro plano, encontra-se a Ponte Romana, enquanto ao fundo se destacam as torres da cidade histórica, coroadas pela imponente silhueta da Catedral Nova. Um suporte para autorretratos e uma mesa interpretativa permitem identificar os monumentos visíveis a partir deste local.
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Do Arrabal da Ponte, na margem esquerda do rio Tormes, a cidade histórica ergue-se majestosa, dominando a paisagem circundante. Durante séculos, o vau que aqui existe permitiu o trânsito de mercadores, peregrinos e exércitos para a outra margem. No início do primeiro milénio antes de Cristo, comerciantes vindos do Mediterrâneo oriental trouxeram consigo produtos exóticos para os trocarem com os habitantes do Cerro de San Vicente. Séculos mais tarde, Aníbal e o seu lendário exército de elefantes atravessaram o rio utilizando aquele vau para atacar e conquistar a povoação vetona de Helmántiké. Mas foi preciso esperar que Roma consolidasse o seu domínio sobre o território para que os engenheiros romanos erguessem o seu grande legado: a majestosa Ponte Romana. Uma ponte que durante mais de mil e quinhentos anos resistiu aos embates das águas ferozes do Tormes até que, numa noite de inverno do ano de 1626, o Tormes ganhou a partida e levou metade da ponte. As inscrições sobre os pilares que ladeiam a entrada da ponte romana a partir do Arrabal informam-nos que a reconstrução foi efetuada nos tempos do rei Filipe IV.
A partir deste ponto privilegiado, o espectador contempla a imagem mais emblemática e fotografada de Salamanca, um perfil que tem fascinado artistas e viajantes ao longo dos séculos. Foi plasmado pela primeira vez pelo alemão Anton Vanden Wyngaerde quando em 1570 desenhou a panorâmica geral de Salamanca. Mais tarde, durante a Guerra da Independência, artistas ingleses e franceses a capturaram repetidamente, perpetuando a sua beleza nas suas obras.
Em tempos mais recentes, esta imagem tornou-se a postal icónica da cidade: o casal de charros emoldurado pela histórica Ponte Romana, com as imponentes catedrais ao fundo. Todos os dias, viajantes, peregrinos da Ruta de la Plata e casais que posam para as suas reportagens de casamento imortalizam esta cena, uma recordação que ficará gravada nas suas câmaras e na sua memória. Documentários e filmes escolheram este mesmo enclave para capturar a essência de Salamanca.
Deixa-te envolver pela magia deste lugar e regressa quando a noite cair. Com a cidade iluminada, a paisagem transforma-se numa visão ainda mais cativante, uma experiência que permanecerá na tua memória para sempre.
A partir deste ponto privilegiado, o espectador contempla a imagem mais emblemática e fotografada de Salamanca, um perfil que tem fascinado artistas e viajantes ao longo dos séculos. Foi plasmado pela primeira vez pelo alemão Anton Vanden Wyngaerde quando em 1570 desenhou a panorâmica geral de Salamanca. Mais tarde, durante a Guerra da Independência, artistas ingleses e franceses a capturaram repetidamente, perpetuando a sua beleza nas suas obras.
Em tempos mais recentes, esta imagem tornou-se a postal icónica da cidade: o casal de charros emoldurado pela histórica Ponte Romana, com as imponentes catedrais ao fundo. Todos os dias, viajantes, peregrinos da Ruta de la Plata e casais que posam para as suas reportagens de casamento imortalizam esta cena, uma recordação que ficará gravada nas suas câmaras e na sua memória. Documentários e filmes escolheram este mesmo enclave para capturar a essência de Salamanca.
Deixa-te envolver pela magia deste lugar e regressa quando a noite cair. Com a cidade iluminada, a paisagem transforma-se numa visão ainda mais cativante, uma experiência que permanecerá na tua memória para sempre.
Este miradouro é uma paragem imprescindível em qualquer percurso turístico por Salamanca. À entrada da ponte, uma mesa interpretativa facilita a identificação dos monumentos visíveis a partir deste ponto.
• À nossa direita, a montante da Ponte Romana, destacam-se o cimborrio da Igreja de San Esteban, a Casa de Lis e as duas catedrais. Daqui vemos o cimborrio de estilo oriental da Catedral Velha, conhecido como Torre do Galo.
• Continuando o percurso para oeste, no centro da imagem, distinguem-se as imponentes Torres da Clerecía e a empena da Capela da Universidade.
• A jusante da Ponte Romana ergue-se a Peña Celestina, sobre a qual se erige a Faculdade de Ciências. No extremo ocidental, separado do Teso das Catedrais pela Vaguada da Palma, encontra-se o Cerro de San Vicente. Hoje é um parque arqueológico em cujo subsolo se encontra a origem de Salamanca.
• À nossa direita, a montante da Ponte Romana, destacam-se o cimborrio da Igreja de San Esteban, a Casa de Lis e as duas catedrais. Daqui vemos o cimborrio de estilo oriental da Catedral Velha, conhecido como Torre do Galo.
• Continuando o percurso para oeste, no centro da imagem, distinguem-se as imponentes Torres da Clerecía e a empena da Capela da Universidade.
• A jusante da Ponte Romana ergue-se a Peña Celestina, sobre a qual se erige a Faculdade de Ciências. No extremo ocidental, separado do Teso das Catedrais pela Vaguada da Palma, encontra-se o Cerro de San Vicente. Hoje é um parque arqueológico em cujo subsolo se encontra a origem de Salamanca.
• Tal como no resto dos miradouros desta rota, existe um suporte para a realização de autorretratos. Através de um sistema simples de códigos QR, os visitantes podem capturar as suas fotos de forma rápida e partilhá-las nas redes sociais, tornando-se os melhores embaixadores da cidade.
• Uma mesa interpretativa situada à entrada da ponte ajuda-nos a identificar os monumentos que são visíveis a partir daqui.
• Para acompanhar a Rota dos Miradouros, convidamo-lo a ouvir as canções do cantor-compositor salmantino Gabriel Calvo, enriquecendo assim a sua experiência com melodias que capturam a essência da nossa cidade.
• Uma mesa interpretativa situada à entrada da ponte ajuda-nos a identificar os monumentos que são visíveis a partir daqui.
• Para acompanhar a Rota dos Miradouros, convidamo-lo a ouvir as canções do cantor-compositor salmantino Gabriel Calvo, enriquecendo assim a sua experiência com melodias que capturam a essência da nossa cidade.