PARQUE DE LA ALAMEDILLA
30 minutos
O Parque de la Alamedilla é um dos jardins mais antigos da cidade. Inaugurado em 1863. Ao longo de sua história, passou por etapas de esplendor, abandono e renovação. Conta com um lago com aves, zonas infantis, espaços biosaludáveis e uma rica variedade vegetal com mais de 40 espécies de plantas e árvores. Sua localização no centro da cidade o torna o lugar perfeito para desconectar e desfrutar da natureza sem sair da cidade. Sua cafeteria-sorveteria é um lugar muito frequentado pelos salmantinos nos dias de calor.
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Preço visita livre
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Na segunda metade do século XIX, Salamanca queria se unir aos ares de modernidade que circulavam pela Europa. A modernidade implicava uma série de melhorias nas infraestruturas e dotar a cidade de zonas verdes para o lazer dos cidadãos. A Câmara Municipal adquiriu uns terrenos a noroeste da Porta de Toro; os álamos negros que ali foram plantados batizaram naturalmente aquele canto como La Alamedilla.
La Alamedilla foi inaugurada em 1863, tornando-se o parque de referência para os salmantinos, destronando o Campo de San Francisco e a própria Plaza Mayor. Pouco a pouco, a Câmara Municipal foi dotando o parque de infraestruturas (bancos, iluminação, quiosque de música trasladado da Plaza Mayor, um lago com peixes...). Com a virada do século, La Alamedilla tornou-se o epicentro de atividades culturais, incluindo projeções do recém-inventado cinematógrafo.
Mas depois do esplendor, veio uma época de decadência: o lago secou, as árvores adoeceram por grafiose e a falta de manutenção mergulhou o parque em uma lenta deterioração. Uma parte de sua superfície foi dedicada à construção de “As escolas de La Alamedilla”. A tal ponto chegou o abandono que, em 1920, a imprensa local chegou a propor sua demolição para construir um bairro moderno. Mas nos anos vinte, o parque voltou a renascer: seus passeios foram redesenhados, a irrigação foi otimizada e um roseiral com mais de 700 roseiras foi plantado. O coreto musical, que havia retornado à Praça em 1906, foi trasladado novamente para a Alamedilla, tornando-se o coração do parque até sua demolição em 1963. Nos anos 30, foi adicionado um espaço infantil com balanços e um lago-piscina. Mas nestes anos, o parque foi reduzindo sua superfície pelas cessões da Câmara Municipal para a construção da Escola Elementar de Trabalho e do Jardim Maternal.
Durante a década de 1950, foi construído um campo municipal de esportes, que acabaria sendo a origem do futuro Pavilhão Municipal de Esportes. Na década de 60, o parque se abriu para a cidade: o muro que o cercava foi derrubado, foi projetada uma fonte com jatos de até 12 metros, um auditório ao ar livre, um pequeno zoológico e foram colocadas várias esculturas do escultor salmantino Agustín Casillas ('Casal de cervos', 'Diana caçadora', 'Rapto da Europa' e 'Mulher deitada'). Um bar e uma inovadora área infantil com escorregadores, balancins e jogos ginásticos transformaram La Alamedilla em um referente do lazer familiar. Em 1964, o pavilhão esportivo foi inaugurado com um torneio nacional de hóquei sobre patins.
Embora nos anos seguintes Salamanca visse surgir novos e importantes espaços verdes, La Alamedilla não perdeu sua popularidade. O parque foi modernizado e a área infantil foi atualizada com jogos mais seguros. Nos anos 90, foi construída uma piscina aquecida. Já em pleno século XXI, o parque se adaptou aos novos critérios de sustentabilidade. Entre 2014 e 2015, os caminhos para pedestres foram ampliados, foi instalada uma fonte de jatos com luzes LED de baixo consumo, o lago foi recuperado e o viveiro de pássaros foi transformado em uma ilha conectada por passarelas e adornada com pérgola. O sistema de irrigação começou a ser gerenciado de forma inteligente, e novos jogos infantis e aparelhos biosaludáveis fizeram do parque um espaço inclusivo.
Em conclusão, o parque de La Alamedilla nasceu como símbolo da modernidade do século XIX e sobreviveu à passagem do tempo porque seus gestores souberam adaptá-lo às mudanças que a sociedade demandava a cada momento. Apesar de suas contínuas transformações, manteve sua essência como jardim histórico, povoado hoje com 391 exemplares pertencentes a 44 espécies arbóreas.
La Alamedilla foi inaugurada em 1863, tornando-se o parque de referência para os salmantinos, destronando o Campo de San Francisco e a própria Plaza Mayor. Pouco a pouco, a Câmara Municipal foi dotando o parque de infraestruturas (bancos, iluminação, quiosque de música trasladado da Plaza Mayor, um lago com peixes...). Com a virada do século, La Alamedilla tornou-se o epicentro de atividades culturais, incluindo projeções do recém-inventado cinematógrafo.
Mas depois do esplendor, veio uma época de decadência: o lago secou, as árvores adoeceram por grafiose e a falta de manutenção mergulhou o parque em uma lenta deterioração. Uma parte de sua superfície foi dedicada à construção de “As escolas de La Alamedilla”. A tal ponto chegou o abandono que, em 1920, a imprensa local chegou a propor sua demolição para construir um bairro moderno. Mas nos anos vinte, o parque voltou a renascer: seus passeios foram redesenhados, a irrigação foi otimizada e um roseiral com mais de 700 roseiras foi plantado. O coreto musical, que havia retornado à Praça em 1906, foi trasladado novamente para a Alamedilla, tornando-se o coração do parque até sua demolição em 1963. Nos anos 30, foi adicionado um espaço infantil com balanços e um lago-piscina. Mas nestes anos, o parque foi reduzindo sua superfície pelas cessões da Câmara Municipal para a construção da Escola Elementar de Trabalho e do Jardim Maternal.
Durante a década de 1950, foi construído um campo municipal de esportes, que acabaria sendo a origem do futuro Pavilhão Municipal de Esportes. Na década de 60, o parque se abriu para a cidade: o muro que o cercava foi derrubado, foi projetada uma fonte com jatos de até 12 metros, um auditório ao ar livre, um pequeno zoológico e foram colocadas várias esculturas do escultor salmantino Agustín Casillas ('Casal de cervos', 'Diana caçadora', 'Rapto da Europa' e 'Mulher deitada'). Um bar e uma inovadora área infantil com escorregadores, balancins e jogos ginásticos transformaram La Alamedilla em um referente do lazer familiar. Em 1964, o pavilhão esportivo foi inaugurado com um torneio nacional de hóquei sobre patins.
Embora nos anos seguintes Salamanca visse surgir novos e importantes espaços verdes, La Alamedilla não perdeu sua popularidade. O parque foi modernizado e a área infantil foi atualizada com jogos mais seguros. Nos anos 90, foi construída uma piscina aquecida. Já em pleno século XXI, o parque se adaptou aos novos critérios de sustentabilidade. Entre 2014 e 2015, os caminhos para pedestres foram ampliados, foi instalada uma fonte de jatos com luzes LED de baixo consumo, o lago foi recuperado e o viveiro de pássaros foi transformado em uma ilha conectada por passarelas e adornada com pérgola. O sistema de irrigação começou a ser gerenciado de forma inteligente, e novos jogos infantis e aparelhos biosaludáveis fizeram do parque um espaço inclusivo.
Em conclusão, o parque de La Alamedilla nasceu como símbolo da modernidade do século XIX e sobreviveu à passagem do tempo porque seus gestores souberam adaptá-lo às mudanças que a sociedade demandava a cada momento. Apesar de suas contínuas transformações, manteve sua essência como jardim histórico, povoado hoje com 391 exemplares pertencentes a 44 espécies arbóreas.
O Parque de La Alamedilla tem uma superfície de aproximadamente 24.000 m², distribuída entre zonas ajardinadas, trilhas para pedestres, um lago artificial e uma ampla zona infantil. Seu design combina passeios circulares e radiais que convergem em uma praça central presidida por uma fonte moderna com iluminação LED e jatos interativos.
NATUREZA E PATRIMÔNIO ARBÓREO
O parque abriga 391 árvores de 44 espécies distintas, sendo a acácia-branca a espécie predominante, seguida por abetos vermelhos, ciprestes, cedros do Himalaia, teixos negros, etc. Entre eles, destaca-se o emblemático cedro do Líbano, conhecido como o “Pinheiro de San José”, com mais de 125 anos de idade e um impressionante perímetro de tronco de 4,3 metros, considerado parte do patrimônio natural de Salamanca. No ano de 2016, foi realizada uma plantação especial de 20 árvores de espécies diferentes, entre as quais se destacam duas sequoias reproduzidas no viveiro municipal por meio de estacas do exemplar histórico da Universidade de Salamanca.
LAGO E FAUNA
No coração do parque, encontra-se um lago artificial onde nadam livremente patos, gansos e cisnes. O antigo viveiro de pássaros foi substituído por uma ilha pedonal com uma pérgola moderna e duas passarelas de acesso. Embora já não estejam presentes, muitos recordam com carinho os pavões que antes passeavam livremente pelos jardins e as jaulas que abrigavam cervos e outros animais que faziam a alegria das crianças de Salamanca.
ÁREA INFANTIL E ESPORTE AO AR LIVRE
No extremo norte, encontra-se a zona infantil, completamente cercada e equipada com piso de borracha e grama artificial para garantir a segurança dos mais pequenos. Conta com 36 elementos de jogo que cumprem as normativas atuais. Como lembrança do passado, foi conservado o icônico trem de concreto de 1961, símbolo querido do parque. Além disso, junto ao poliesportivo, foi instalada uma zona de aparelhos biosaludáveis, pensada para fomentar o exercício ao ar livre entre adultos e idosos.
SERVIÇOS E ENTORNO
Ao longo do percurso, encontram-se bancos e zonas de sombra que convidam a um passeio tranquilo e ao descanso.
Entre o parque e as vias do trem, situam-se o poliesportivo e as piscinas aquecidas, que complementam a oferta esportiva da zona. Por outro lado, junto ao Passeio de Canalejas, encontra-se uma cafeteria com um amplo terraço, protegido por uma pérgola e rodeado de árvores que oferecem sombra e frescor nos dias mais quentes.
NATUREZA E PATRIMÔNIO ARBÓREO
O parque abriga 391 árvores de 44 espécies distintas, sendo a acácia-branca a espécie predominante, seguida por abetos vermelhos, ciprestes, cedros do Himalaia, teixos negros, etc. Entre eles, destaca-se o emblemático cedro do Líbano, conhecido como o “Pinheiro de San José”, com mais de 125 anos de idade e um impressionante perímetro de tronco de 4,3 metros, considerado parte do patrimônio natural de Salamanca. No ano de 2016, foi realizada uma plantação especial de 20 árvores de espécies diferentes, entre as quais se destacam duas sequoias reproduzidas no viveiro municipal por meio de estacas do exemplar histórico da Universidade de Salamanca.
LAGO E FAUNA
No coração do parque, encontra-se um lago artificial onde nadam livremente patos, gansos e cisnes. O antigo viveiro de pássaros foi substituído por uma ilha pedonal com uma pérgola moderna e duas passarelas de acesso. Embora já não estejam presentes, muitos recordam com carinho os pavões que antes passeavam livremente pelos jardins e as jaulas que abrigavam cervos e outros animais que faziam a alegria das crianças de Salamanca.
ÁREA INFANTIL E ESPORTE AO AR LIVRE
No extremo norte, encontra-se a zona infantil, completamente cercada e equipada com piso de borracha e grama artificial para garantir a segurança dos mais pequenos. Conta com 36 elementos de jogo que cumprem as normativas atuais. Como lembrança do passado, foi conservado o icônico trem de concreto de 1961, símbolo querido do parque. Além disso, junto ao poliesportivo, foi instalada uma zona de aparelhos biosaludáveis, pensada para fomentar o exercício ao ar livre entre adultos e idosos.
SERVIÇOS E ENTORNO
Ao longo do percurso, encontram-se bancos e zonas de sombra que convidam a um passeio tranquilo e ao descanso.
Entre o parque e as vias do trem, situam-se o poliesportivo e as piscinas aquecidas, que complementam a oferta esportiva da zona. Por outro lado, junto ao Passeio de Canalejas, encontra-se uma cafeteria com um amplo terraço, protegido por uma pérgola e rodeado de árvores que oferecem sombra e frescor nos dias mais quentes.