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JOALHARIA CORDÓN. Acontecimentos e memórias

O número 22 da coleção editada pelo Museu do Comércio, dedicada à história de comércios e indústrias tradicionais, em Salamanca, tem como protagonista a Joalharia Cordón.

A joalharia tem sido, há séculos, um ramo do comércio florescente na cidade. Pedro Antonio de Alarcón, na sua fugaz visita a Salamanca, no final do século XIX, descrevia a Rúa como uma rua onde se alternavam livreiros e joalheiros.

Uma destas empresas que prolongaram a sua história por várias gerações, dedicadas ao negócio da joalharia, foi a Cordón. A importância do negócio em Salamanca é comprovada pelo facto de uma construção de três andares, erguida por volta de 1932, ter ficado conhecida, popularmente, com o nome de Edifício Cordón.

O texto desta nova publicação do Museu do Comércio é escrito por María Eugenia Cordón Rodríguez. María Eugenia faz parte da terceira geração desta família de joalheiros. Ela redigiu uma história repleta de memórias, onde narra a evolução da empresa e o trabalho que tem vindo a realizar para a sociedade salmantina desde a sua fundação.